Ainda não está operando legalmente? Comece por onde você pode voar um drone no Brasil: o cadastro SISANT e a autorização DECEA são a base do seu preço.
Faixas observadas do mercado brasileiro em 2026, para orientação. Variam por região, equipamento e cliente; cote cada projeto sobre seus custos reais.
Um operador licenciado carrega custos que o amador não vê: cadastro SISANT, seguro, autorização DECEA via SARPAS quando aplicável, amortização do equipamento e horas de edição. As diárias de referência do mercado (R$1.200 a R$7.000) partem daí; cobrar abaixo compete com o amador sem seguro, não com outro operador formal.
O método que não falha é custo mais margem, não copiar o concorrente:
Voar em Classe 1/2, acima de 400 ft, sobre pessoas, ou perto de aeródromos no Brasil exige licença de piloto ANAC e autorização DECEA via SARPAS; poucos operadores têm as duas coisas. Quando você tem essa combinação, não concorre com o preço do amador: concorre na lista curta de quem pode legalmente fazer o serviço.
O arquivo de vídeo é o mínimo. O que aumenta o valor é o que o cliente não consegue sozinho: produtos técnicos processados (ortomosaicos, relatórios de inspeção) e acesso ao voo ao vivo quando o cliente precisa ver em tempo real, com gravação incluída. Essa última parte não exige montar infraestrutura própria: Hover para operadores certificados (em inglês) coloca o voo ao vivo na tela do cliente com um link, gravação incluída.
O mercado brasileiro cita diárias de R$1.200 a R$7.000 dependendo do escopo, e filmagens aéreas simples a partir de ~R$800. Abaixo disso, um operador com cadastro SISANT, seguro e equipamento próprio dificilmente cobre seus custos.
As faixas observadas vão de R$250 a R$1.500 por hora, variando por região, equipamento e complexidade da operação (autorização DECEA incluída ou não).
A partir dos seus custos, não da concorrência: cadastro SISANT, seguro, amortização do equipamento, deslocamento e horas de edição. Cobrar abaixo do custo para fechar o serviço é o caminho mais rápido para inviabilizar o negócio.
Sim. Clientes corporativos e operações em Classe 1/2, acima de 400 ft, ou perto de aeródromos exigem licença de piloto ANAC e autorização DECEA via SARPAS; poucos operadores têm as duas coisas. Isso muda sua cotação de concorrer com o amador para concorrer na lista curta de quem pode legalmente fazer o serviço.
Os que o cliente não consegue sozinho: produtos técnicos processados (ortomosaicos, relatórios de inspeção) e acesso ao voo ao vivo quando o cliente precisa ver em tempo real, com gravação incluída.
Faixas publicadas por fornecedores do setor no Brasil em 2026 (tabela de serviços, orientação de preço por hora). O mercado muda; cote sobre seus custos reais. Comparativo com outros países: quanto cobrar por serviços com drone na América Latina (em espanhol).